Sobre a Escola

POR Portal 01/08/2011

Sobre a Escola

FILOSOFIA

 

Filosofia Cristã de Educação

A Filosofia Cristã de Educação é fundamentada nas seguintes crenças:

1. Deus o Criador, é a realidade última do universo. Por isso, conhecê-lo e compreender Sua vontade é de crucial importância desde cedo na vida;

2. O homem, criado perfeito por Deus, é o resultado de uma sutil e judiciosa combinação do material com o espiritual, um ser racional destinado a ser completo e feliz na medida em que harmoniosamente se relacionar com Seu Criador e bem conviver com seus semelhantes;

3. Separado de Deus, o homem está sujeito à degradação. Por isso, estabelecer ligação com Deus na forma e no tempo devidos deve ser o grande objetivo da vida;

4. Criado o homem, com potenciais a desenvolver através da Educação Cristã - a obra que permite seu harmonioso desenvolvimento em comunhão com o Criador. A maior tragédia é não desenvolver plena e harmoniosamente seus potenciais. Em outras palavras, é apenas “poder ter sido”. Por isso, em se tratando de educação, excelência é o mínimo desejável;

5. Na vida humana, ações e atividades dos primeiros anos são de crucial importância para o seu posterior desenvolvimento. Assim, é sobre a boa educação e a felicidade do educando que se constrói o futuro bem estar e o destino do homem;

6. Deus o Criador é também fonte de todo o conhecimento e se revela ao homem mediante a Bíblia Sagrada, Jesus Cristo, a natureza - seu segundo livro, e através do trato com pessoas e povos de todas as épocas.

Pelas crenças acima mencionadas, no Sistema Educacional Adventista, as ações e as atividades que promovem o harmonioso desenvolvimento do educando, o currículo educacional ocupa todos os aspectos do ser e todas as formas de revelação de Deus, promovendo uma educação integral.

O caráter de Deus revelado na lei moral, o decálogo, constitui-se no grande padrão de comportamento ético do homem e na fonte das diretrizes para a formação do caráter e para o desenvolvimento do censo estético.

Estando o homem separado de Deus por sua livre escolha, e assim sujeito a decrepitude, cabe à Educação Cristã o supremo ideal de levar o homem a reaproximar-se do Seu Criador.

 

OBJETIVOS

 

A Educação Adventista compreende o processo educativo para além de um certo curso de estudos.

 “Significa mais do que a preparação para a vida presente. Visa o ser todo, e todo o período da existência possível do homem. É o desenvolvimento harmônico das faculdades físicas, mentais e espirituais. Prepara o estudante para o gozo do serviço neste mundo e para aquela alegria mais elevada por um mais dilatado serviço no mundo vindouro”.  (White, 1996a: 13)

 Partindo do pressuposto de que o ser humano necessita ser restaurado ao seu estado original de perfeição, a Educação Adventista se propõe a alcançar os seguintes objetivos:

  • Promover o reconhecimento de Deus como fonte de toda sabedoria.
  • Reconhecer e aplicar a Bíblia como referencial de conduta.
  • Estimular o estudo, a proteção e a conservação da natureza criada por Deus.
  • Incentivar a utilização das faculdades mentais na aquisição e construção do conhecimento em favor do bem comum, tendo como ferramenta as diferentes fontes de informação e recurso tecnológicos. 
  • Promover a aquisição de hábitos saudáveis através do conhecimento do corpo e das leis que o regem. 
  • Oportunizar o desenvolvimento do senso crítico, da criatividade, da pesquisa e do pensamento reflexivo. 
  • Incentivar o desenvolvimento dos deveres práticos da vida diária, a sábia escolha profissional e a formação familiar, o serviço a Deus e à comunidade. 
  • Promover a autonomia e a autenticidade ancoradas nos valores bíblico-cristãos. 
  • Favorecer o desenvolvimento da auto-estima positiva, do sentimento de aceitação e de segurança. 
  • Resgatar a prática da regra áurea nos relacionamentos interpessoais, que é amar ao próximo como a si mesmo.

 

PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS

 

O Sistema Educacional Adventista elegeu princípios metodológicos compatíveis com as tendências atuais de educação e que legitimam a visão integralizadora da educação cristã praticada nesta Instituição.

Ao eleger tais princípios, não estabelece uma relação categoricamente fechada ou hierarquicamente organizada.

Essa relação pode ser ampliada por novas ideias que atendam às necessidades da natureza e especificamente dos cursos oferecidos, da faixa etária dos discentes e do respeito às diferenças individuais, sem perder de vista os referenciais teóricos.

Entende-se que os princípios metodológicos promovem a integração dos objetivos propostos e o processo de ensino-aprendizagem propriamente, a fim de que o compromisso com a ação educativa se concretize.

 

1 – Ação – Reflexão – Ação

Levando em conta a dimensão prática que deve existir nos cursos de graduação e a necessidade da construção da autonomia intecelctual dos estudantes, esse princípio enfatiza que todo fazer implica uma reflexão e toda reflexão implica um fazer (ainda que este não se materialize). O aluno deve saber fazer e compreender o que faz. Através de procedimentos de observação, reflexão e registro destas obeservações com oportunidade de discutir sobre a prática à luz da teoria e vice-versa.

 

2 – Aprendizagem Significativa

Ao privilegiar atividades que levem em conta as experiências prévias dos alunos e estabelecer relações entre o conhecimento e situações da realidade prática, os professores ancorarão o novo conteúdo a estruturas de aprendizagem significativa. Através da contextualização dos conteúdos, relacionados a experiências do cotidiano, esse princípio também promoverá o relacionamento entre teoria e prática.

O trabalho pedagógico deverá caracterizar-se pelo envolvimento dos estudantes em pesquisas e atividades de investigação, buscando nas vivências dos indivíduos, no seu contexto socioeconômico e cultural, um caminho para educar, considerando-o como um ser que age e interage com o meio.

 

3 – Resolução de Situações – Problema

O processo de ensino-aprendizagem baseado em situações-problema está organizado em torno da superação de um obstáculo que oferece resistência e leva o aluno a investir conhecimento anterior, bem como suas representações, de maneira que tudo isso conduza à elaboração de novas ideias.

Nas estratégias centradas nas situações-problema, o aluno é instado a participar de um esforço coletivo para elaborar um projeto e construir novas competências. Tem direito a ensaios e erros e é convidado a expor suas dúvidas, a explicar seus raciocínios, a tomar consciência de suas maneiras de aprender, de memorizar e de comunicar. Com esse princípio em ação, espera-se que o aluno torne-se um prático-reflexivo.

 

4 – Relação Teoria – Prática

Devem-se privilegiar estratégias de integração teoria-pratica utilizando procedimentos de reflexão crítica, síntese, análise e aplicação de conceitos voltados para a construção do conhecimento, através do estímulo constante do raciocínio, seja para questões individuais ou coletivas. Tendo em vista as competências que articularão a formação profissional garantida pela graduação, há necessidade de relacionar constantemente a teoria à prática, sem que haja prevalência entre ambas, mas favorecendo a articulação natural entre as duas dimensões.

 

5 – Cooperação

Contrapondo a tendência individualista e competitiva da sociedade pós-moderna, as atividades coletivas em situações de ensino aprendizagem fortalecem a interação entre os pares, estimulando a colaboração e a participação ativa.

A associação entre os alunos para desenvolverem atividades de pesquisa, discussões de temas, construção de projetos de aprender através de empreendimentos é mais acentuada – Êxito que a intervenção isolada do professor muitas vezes não alcança.

 

6 – Autonomia

Dando ênfase a atividades que valorizem a atuação do aluno, levando em conta suas experiências pessoais, seus conhecimentos prévios e sua capacidade de tomar decisões e fazer escolhas, a autonomia é construída e promovido o crescimento do indivíduo bem como da coletividade.

Através da elaboração de projetos pessoais, desenvolve-se o pensamento autônomo, indispensável para o domínio das competências necessárias para o exercício da vida profissional e da inserção social.

A capacidade de pensar por si mesmos, sem serem conduzidos ou dirigidos por outros, e o autocontrole, ao invés do controle externo, são essenciais para o desenvolvimento intelectual e moral, objetivos primordiais da educação cristã.

 

7 – Interdisciplinaridade

A necessidade de um trabalho pedagógico integrado em que não haja compartimentalização de conhecimentos, com uma vidente hierarquização de conteúdos e disciplinas, é um fator insdispensável para que os discentes construam significados em sua aprendizagem.

A interdisciplinaridade é o modo de superar a fragmentação do ensino e exige uma interação entre os docentes, num esforço conjunto de integralizar as diversas áreas do conhecimento. Dessa forma, os discentes são levados a compreender a articulação dos saberes.

 

8 – Integração entre o Saber X Saber Fazer X Ser

O ensino se torna eficaz na medida em que o docente é capaz de estabelecer a integração entre o conteúdo e os valores por ele definidos e vividos, tornando o aprender significativo e útil para a vida. Deve o docente falar daquilo que conhece, daquilo que sente e daquilo que vive.

A coerência entre o que crê e faz, o habilitará a ser uma influência como modelo no estilo de vida e competência profissional, conforme preconizado pela Filosofia Cristã de Educação.

Cada docente deve buscar sistematicamente, em seu campo de conhecimento, o ser e o fazer, e promover a integração da forma intencional, bem como estimular seus alunos o fazerem.

 

FORMAS DE INGRESSO

 

A admissão em quaisquer dos cursos oferecidos é feita mediante matrícula inicial, renovação de matrícula ou transferência, quando essa condição for permitida. O ingresso por quaisquer das formas possíveis implica na aceitação de todos os termos desta Proposta Pedagógica, bem como do Regulamento Escolar e outras normas que vierem a ser adotadas para o bom funcionamento da Unidade Escolar.

O período para ingresso é estabelecido anualmente no Calendário Escolar, admitindo-se matrículas fora desse período, havendo vaga disponível e preenchidas as demais condições exigidas.

Critérios para ingresso:

  • Educação Infantil: idade mínima equivalente ao respectivo módulo, ou seja, três, quatro ou cinco anos a completar até 30/06 do respectivo ano.
  • Primeiro ano do Ensino Fundamental: idade mínima de seis anos a completar até 30/06 do respectivo ano letivo, independente de escolaridade anterior.
  • Primeiro ano do Ensino Médio: comprovação da conclusão do Ensino Fundamental ou equivalente.

Documentos exigidos:

Do candidato para ingresso:

a) 1 foto 3x4 atual com o nome do aluno no verso; 
b) Cópia do RG do aluno; 
c) Cópia do comprovante de pagamento da matrícula; 
d) Cópia do CPF e RG do pai e da mãe ou responsável legal que irá assinar o contrato; 
e) Cópia do comprovante de residência (conta de luz, telefone); 
f)  Declaração de transferência ou escolaridade da escola onde estudou no anto anterior (somente do 2º ao 9º Ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio); 
g) Comprovante de quitação financeira da escola anterior.

Importante: A matrícula só será efetivada mediante a entrega de todos os documentos na secretaria.

Do responsável pelo pagamento das mensalidades:

a) Cédula de Identidade; 
b) Cartão e Inscrição de Contribuinte (CIC) no MF; 
c) Comprovante de residência (conta de luz); 
d) Comprovante de renda.

 

EDUCAÇÃO INFANTIL

A Educação Infantil tem como objetivo tomar a vivência e os conhecimentos prévios das crianças e levá-las a construção de novos conhecimentos, valorizando suas descobertas e suas diferentes manifestações, incentivando sua forma de comunicar-se, sua criatividade e espontaneidade, num ambiente que propicie experiências ricas e prazerosas.

Nesse processo, os conhecimentos adquiridos são uma extensão do que a criança já vinha desenvolvendo por meio de experiências vividas sobre os objetos do mundo físico, como também no seu universo sociocultural, incluindo a observação, a intuição e a reflexão próprias de seu desenvolvimento intelectual.

É relevante na Educação Infantil proporcionar meios de concretizar intenções educativas estabelecidas, de modo a propiciar aos alunos o desenvolvimento das seguintes competências:

  • Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;
  • Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a prória saúde e bem-estar; 
  • Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua auto-estima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;
  • Ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os dos demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
  • Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para sua observação;
  • Brincar expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;
  • Utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;
  • Conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade;
  • Desenvolver valores de respeito, amizade, amor ao próximo, companheirismo e cooperação.

 

ÉTICA ESCOLAR

Para se alcançar êxito e o melhor aproveitamento nos estudos, espera-se que haja participação e empenho no processo, tanto do aluno, como dos pais ou responsáveis.

Regimento Escolar

Serão assegurados

Aos educandos:

1. O livre acesso às informações necessárias à sua educação, ao seu desenvolvimento como pessoa, ao seu preparo para exercício da cidadania e à sua qualificação para o mundo do trabalho;

2. As condições necessárias ao desenvolvimento de suas potencialidades individuais nas perspectivas física, intelectual, social e espiritual;

3. O tratamento com dignidade e o respeito pelos direitos humanos e pelas suas liberdades fundamentais;

4. As condições de aprendizagem mediante ampla assistência por parte do professor e acesso aos recursos materiais e didáticos, conforme o programa da unidade escolar;

5. O encaminhamento de recursos contra os resultados das avaliações de seu desempenho;

6. O encaminhamento de petições ou representações sobre assuntos pertinentes à sua vida escolar;

7. A reunião com colegas para organização de agremiação ou de campanhas de cunho educativo, nas condições estabelecidas ou aprovadas pela administração da unidade;

8. O atendimento adequado por parte dos serviços assistenciais, quando carente de recursos, segundo as disponibilidade financeira da unidade escolar;

9. A utilização das instalações das unidades para atividade extraclasse, para prover pesquisa ou experiência, em horário compatível com o de sua aula e com as demais atividades acadêmicas, segundo o programa da unidade escolar.

Aos pais ou responsáveis:

1. A reunião, quando convocada pela administração, com esclarecimentos sobre os planos educacionais e demais assuntos pertinentes às atividades escolares;

2. Informações detalhadas sobre o projeto pedagógico da escola e acerca do desempenho alcançado pelo educando em seu processo de aprendizagem, durante e ao final do período letivo;

Espera-se

Dos Educandos:

1. Uma contribuição efetiva, em sua esfera de atuação, para o prestígio da unidade escolar;

2. O comparecimento pontual e de forma participativa às atividades que lhe forem pertinentes, inclusive ocupando na sala o lugar que lhe for designado;

3. A obediência às normas estabelecidas pela Ética Escolar Discente e demais regulamentos da unidade escolar e/ou determinações superiores;

4. Um comportamento social adequado, tratando os funcionários da unidade escolar, os colegas, visitantes e autoridades com civilidade e respeito;

5. O porte da identidade escolar, quando expedida pela unidade e sua exibição, quando lhe for exigido;

6. A cooperação para a boa conservação dos móveis, equipamentos e material escolar do estabelecimento, concorrendo para manutenção de boas condições de asseio do edifício e suas dependências;

7. A observância de rigorosa probidade na execução de quaisquer provas ou trabalhos escolares;

8. A submissão à aprovação dos professores ou membros da administração da unidade escolar nas realizações de atividades de iniciativa pessoal ou de grupos, a efetivarem-se no âmbito dela;

9. Um comportamento adequado que fortaleça o espírito patriótico e a responsabilidade democrática, inclusive comparecendo às comemorações cívicas e solenidades;

10. Uso do uniforme completo, mesmo fora do seu período de aula, em qualquer atividade escolar, com o necessário asseio pessoal. O uniforme é composto de: camiseta, agasalho (inverno) calça de abrigo, tênis de cores neutras (a critério da direção da unidade escolar);

11. Que possuam o material exigido, trazendo-o às atividades escolares em perfeita ordem, responsabilizando-se pela guarda e cuidado de todos os seus pertences (a Unidade Escolar não se responsabiliza por danos e perdas de qualquer objeto pertencente ao aluno);

12. A indenização do prejuízo, por si ou por seu responsável quando aquele for menor, quando produzir dano material ao estabelecimento ou a objetos de propriedade dos colegas e funcionários;

13. A entrega de comunicados e documentos enviados pela unidade escolar, aos pais ou responsáveis legais;

14. Cumprir o Código de Ética da Unidade Escolar, mesmo em atividades extraclasse;

15. Participar das aulas extraclasse.

Dever dos pais ou responsáveis

1. Dar informações precisas e completas sobre o aluno por ocasião de sua matrícula;

2. Responsabilidade solidária pelos atos praticados pelo aluno menor matriculado, em quaisquer dos cursos da Unidade Escolar;

3. Quanto a observar e acompanhar o desenvolvimento do filho(a) no ambiente doméstico, quanto à filosofia educacional seguida pela unidade, comunicando à administração da unidade qualquer inadequação detectada;

4. O apoio às medidas disciplinares tomadas pela unidade permitindo que o aluno sofra as consequências de suas infrações;

5. A não realização das tarefas que cabem ao aluno, bem como, impedindo que outros as façam.

São inaceitáveis

1. A entrada ou saída de classes sem justificativa e permissão do professor, bem como adentrar a unidade escolar e dela ausentar-se sem a permissão da Administração;

2. A ocupação, durante as aulas, com quaisquer outras atividades estranhas a elas;

3. Promover, sem a autorização da direção: festas, campanhas, rifas, coletas, vendas, propagandas de eventos, excursões, dentro ou fora da Unidade Escolar;

4. A formação de grupos ou promoção de algazarras, vaias e distúrbios nas salas de aulas, outras dependências ou imediações do estabelecimento como: aplicação de trotes que trazem perturbação e desordem natural do funcionamento da instituição escolar;

5. A participação em movimentos de indisciplina coletiva, impedindo a entrada de colegas na sala de aula ou a incitação à ausência coletiva;

6. O uso e porte de armas, estiletes, objetos pontiagudos e cortantes, livros e revistas considerados imorais e subversivos, bem como material que represente perigo para sua saúde, segurança, integridade física e moral sua ou de outrem;

7. A disseminação de ideias subversivas ou contrárias aos ideais e princípios religiosos da unidade escolar;

8. O uso de fumo, bebida alcoólica ou narcótico, bem como a prática de qualquer ação viciosa nas dependências e imediações da unidade escolar ou com o uso do uniforme da mesma;

9. Uso de piercing ( não pode nem coberto com Band-Aid e/ou esparadrapo), brincos, colares, anéis, pulseiras, tatuagens expostas ou objetos semelhantes;

10. A descaracterização do uniforme (golas rasgadas, calças cortadas, sem a faixa de identificação, com barras desfeitas ou abertas, etc.);

11. Utilização de celular em sala de aula, em atividades extraclasse, ou mesmo ausentar-se dos locais citados para atendê-lo;

12. Cabelos com cortes, comprimentos, cores e penteados extravagantes (alunos e alunas) de acordo com os critérios estabelecidos pela unidade escolar;

13. As manifestações ofensivas, físicas ou verbais, a pessoas e/ou instituições nas dependências ou imediações da unidade escolar;

14. Namorar, “ficar”, manter contatos físicos e sensuais dentro da Unidade Escolar ou mesmo nas suas imediações, de acordo com os critérios estabelecidos pela unidade escolar;

15. A prática de atos ofensivos à moral e bons costumes, palavras de baixo calão, gestos obscenos, apelidos, desenhos, inscrições, etc, nas dependências ou nas imediações da Unidade Escolar e/ou  enquanto uniformizado;

16. A distribuição e/ou veiculação de qualquer tipo de publicação, dentro ou fora da unidade escolar, mesmo via Internet, em que esteja envolvido o nome da Instituição, alunos, professores ou de funcionários sem autorização expressa da Administração;

17. A utilização ou apropriação de livros, cadernos ou materiais pertencentes a colegas, sem o devido consentimento. 

18. A inscrição de palavras, desenhos ou sinais de qualquer natureza, nas paredes, nos pisos ou em qualquer parte dos edifícios, dos móveis e do material escolar;

19. A mudança dos móveis da sala de aula ou de outras dependências, sem autorização;

20. Manter atitudes inadequadas fora da Unidade Escolar, estando uniformizados.

Serão consideradas faltas graves

1. Desrespeito às autoridades escolares;

2. A produção de danos à propriedade alheia ou destruição/danos do patrimônio escolar;

3. A inscrição de desenhos ou palavras que firam a moral e aos bons costumes;

4. Incitamento de atos de rebeldia ou participação neles;

5. Qualquer manifestação de violência a pessoas (agressão física);

6. Prática de ação viciosa;

7. Cabular aulas.

Serão aplicadas sanções

Ao aluno, pelo não cumprimento dos seus deveres e pelas faltas cometidas, graduadas segundo a sua gravidade, na seguinte ordem:

1. Admoestação verbal e repreensão pelo professor em sala de aula e, fora dela, por qualquer professor ou funcionário que tomar conhecimento da falta;

2. Retirada da sala de aula pelo professor e encaminhamento à Administração da unidade escolar, sendo julgada até o momento da interrupção quando esta ocorrer durante a realização de avaliação;

3. Repreensão particular, oral ou escrita pelo Administrador Escolar;

4. Suspensão de algumas ou de todas as atividades escolares, pelo prazo máximo de três dias, pelo Administrador, não tendo direito à reposição das atividades avaliativas perdidas em decorrência da penalidade;

5. Emissão compulsória da transferência, por voto de conselho de classe, quando houver falta grave ou incompatibilidade disciplinar;

6. Anulação do ato escolar, pelo professor, nos casos em que o aluno recorrer a meios fraudulentos na realização de provas ou avaliações.

As sanções eventualmente aplicadas não isentam os infratores da ação da Justiça Pública, quando couber.

Os recursos

1. À Administração, quando aplicada pelo professor ou o responsável pela ordem;

2. Ao Conselho de Classe, quando aplicada pelo Administrador Escolar;

3. Denúncia formal à Mantenedora, por abusos e irregularidades constatadas na Unidade Escolar.